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quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026

Comunhão



Vejam: Eu andei pelas vilas, apontei as saídas como o Pai me pediu.
Portas eu cheguei para abri-las, eu curei as feridas como nunca se viu.

Por onde formos também nós que brilhe a tua luz, fala, Senhor, na nossa voz, em nossa vida.
Nosso caminho então conduz, queremos ser assim, que o pão da vida nos revigore em nosso "sim"

Vejam: Fiz de novo a leitura das raízes da vida que meu Pai vê melhor.
Luzes acendi com brandura, para a ovelha perdida não medi meu suor

Vejam: Procurei bem aqueles que ninguém procurava e falei de meu Pai.
Pobres, a esperança que é deles eu não quis ver escrava de um poder que retrai.

Vejam: Semeei consciência nos caminhos do povo, pois o Pai quer assim.
Tramas, enfrentei prepotência dos que temem o novo, qual perigo sem fim.

Vejam: Eu quebrei as algemas, levantei os caídos, do meu Pai fui as mãos.
Laços, recusei os esquemas, Eu não quero oprimidos, quero um povo de irmãos.

Vejam: Procurei ser bem claro; o meu reino é diverso, não precisa de Rei.
Tronos, outro jeito mais raro de juntar os dispersos o meu Pai tem por lei.

Vejam: Do meu Pai a vontade eu cumpri passo a passo, foi pra isso que eu vim.
Dores, enfrentei a maldade, mesmo frente ao fracasso eu mantive meu "sim".

Vejam, fui além das fronteiras, espalhei boa-nova: Todos filhos de Deus.
Vida, não se deixe nas beiras, quem quiser maior prova venha ser um dos meus.

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